Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu é um anime de aventura e fantasia da primavera de 2016, e um daqueles que pode ser enquadrado no tema isekai (mundo alternativo), por ter um protagonista que é teletransportado para um mundo de fantasia com aparência medieval repentinamente, onde ele começa suas aventuras. Adaptação de Light Novel de Nagatsuki Tappei pela White Fox (Steins;Gate, Akame ga Kill!), com direção por Watanabe Masaharu (Granbelm, Wakaba Girl) e composição de série por (Free!, Aobuta) e foi bem recebida em popularidade pelo público, o que contribuiu para o anúncio de sua segunda temporada.
Bom, eu não o recebi tão bem assim, nem quando assisti pela primira enquanto lançava, em 2016, nem quando tentei o reassistir dublado, em 2018 (o que ocasionou o meu drop), nem mesmo quando o reassisti por meio do Shin Henshuu-ban (Director's Cut), já esse ano. E como eu já tinha me decidido fazer um veredito do anime antes do lançamento de sua segunda temporada, resolvi aproveitar esse relançamento para organizar melhor meus pensamentos em relação à obra para essa publicação. Então, vamos lá.
PRIMEIRAS IMPRESSÕES (QUANTO AOS ISEKAIS E QUANTO À QUALIDADE)
Primeiramente, Re:Zero era um anime o qual eu esperava relativamente o lançamento, na primavera de 2016. Como já disse diversas vezes, eu nunca tive nada contra isekais (em especial naquela época, quando ainda não tinha entrado em contato com animes do tema tão ruins), então estava na expectativa de uma experiência boa com uma fantasia, em especial com os trailers aparentemente promissores e com uma música tema (a da primeira abertura) tão animadora.
No entanto, a minha decepção com a estreia foi a mesma para o anime, como foi para a versão final da OP. Para resumir a minha experiência com a abertura, já que esse post não trata disso, eu pude me deparar com uma música muito boa da Konomi Suzuki, porém com um visual horrível: cenas escuras (o que não combinou com o ritmo animado da música), repetidas (uma forma de representar o retorno através da morte, bem mal feita), cheias de ruídos (algo que me incomoda em outras aberturas, como por exemplo, a de Steins;Gate) e finalmente, com o título inserido no refrão, enquanto a câmera viaja pelo chão de pedra comum das cidades daquele mundo (sim, a pior característica da op é essa).
Enfim, a minha experiência inicial com o anime foi parecida com a com a descrita acima. Os elementos apresentados pareciam muito bons para um anime de fantasia: design de personagens coloridos, um mundo cheio de furrys e um protagonista com individualidade curiosa. Porém, tudo isso não se encaixou, por conta do mal trabalho de direção. Além do visual bem triste em várias situações (como os cenários desperdiçados, CG em exagero nos figurantes e inconsistências nos personagens, já comuns a obras da White Fox), o anime não me agradou com o seu estilo de narrativa, para mim, fraco (e isso vai ficar mais explicado nos próximos tópicos). E apesar da premissa parecer interessante, a forma como ele foi contado não chamou a atenção em nada. No entanto, guardei as expectativas iniciais que tive para os próximos episódios, o que, porém, me levou para mais um, e provavelmente, o mais aparente problema da obra.
ORGANIZAÇÃO DOS ARCOS (OU FALTA DELA)
O anime pode ser dividido basicamente em 3 arcos, os quais eu costumo dividir os dois últimos em partes A e B, ficando então 5 subarcos. Desses arcos, eu posso afirmar que os meus preferidos ficam na segunda parte do anime (arcos 3A e 3B). Porém, da parte inicial, eu diria que o menos ruim é o primeiro. Isso por que ele começa introduzindo os personagens da obra, como é de se esperar, alguns que curti bastante, outros que nem tanto. Entre os que curti, pode entrar aqui a Emilia, uma heroína fofa (o que um anime do tipo precisa, basicamente) e a Felt (mais uma personagem secundária fofa, e com personalidade forte). No entanto, o Subaru não me agradou de princípio, mas também não irritou suficientemente. Um típico protagonista que não fede nem cheira, também comum para obras do tipo.
No primeiro episódio duplo do anime e desse arco, somos apresentados ao poder de voltar através da morte do protagonista. E para isso, ele basicamente joga fora tudo o que vivenciou inicialmente com a Emilia, e retorna a uma espécie de check-point inicial (como se fosse um jogo). Até aí, tudo bem. Ele então refaz as coisas de seu próprio jeito, de forma a tentar evitar que o pior aconteça com a garota... mas as coisas não dão certo novamente. E então, ele tenta mais uma vez falando com a garota... mas se ferra, e ainda morre para os bandidos no beco. Da quarta vez, enfim, ele consegue avançar os negócios, e é salvo por um guerreiro aleatório ao qual ele havia pedido ajuda algum tempo antes. Bom, deu pra perceber que os arcos dele não são nada organizados, né. De início, me pareceu que o autor seguia esse estilo propositalmente para deixar a trama mais aleatória e talvez realista, mas no fim, são tantos elementos em nada relacionados uns com os outros, que cheguei à conclusão que ela é só bem mal organizada e escrita mesmo. E é por que esse foi um dos arcos que mais gostei da história.
Mais para a frente, temos mais exemplos de arcos no qual o protagonista começa morrendo subsequentemente, e em seguida, magica e talvez convenientemente resolve todos seus problemas de forma muito trivial e apressada, o que, simplesmente é um desperdício terrível da premissa da obra, como um anime de volta no tempo que não se usa desse princípio para resolver seus problemas. O pior arco para mim é o 2A, o arco da mansão (antes da aparição dos cachorros), por curiosidade, por seu enredo vazio e finalização tão ridícula que chega a ser absurda. Sem falar do número de pontas soltas que são abertas em seguida, que comentarei a seguir.
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| Um dos piores arcos do anime é registrado no segundo volume da Light Novel |
PONTAS SOLTAS
Eu tive um contato com a Light Novel original de Re:Zero, já muito tempo depois de assistir ao anime, quando as comprei pela New Pop no fim de 2017. A minha expectativa é que ou elas seriam apenas ruins, e o anime foi uma simples adaptação horrível, ou elas seriam terríveis, e o anime apenas tentou, em vão, melhorar um pouquinho. A resposta foi a segunda alternativa, de forma tão intensa, que não pude conseguir terminar nem mesmo seu primeiro volume, tamanho o desgosto que tinha a cada página que lia. E sim, tudo isso ainda no primeiro arco, que está basicamente todo escrito no primeiro volume da LN.
Bom, deixando de lado a escrita assustadoramente pobre do autor (o que não vem ao caso, já que não tem em nada a ver com o anime), e a descrição muito mais caricata e ridizularizadora de determinados personagens (principalmente do Subaru), creio que o que mais me incomodou quanto à obra foi a quantidade de elementos que o autor levantava, e simplesmente deixava de lado pelo resto todo da obra (e quem saiba ele se lembre de algumas delas quando estiver relendo, algumas dezenas de volumes à frente).
Isso, apesar do bom corte de ideias que fizeram no primeiro arco do anime, ficou explícito ainda mesmo nesse primeiro arco, com fatos como a existência de Felt, que por algum motivo foi escolhida por Reinherdt para ser uma das candidatas à seleção real (mesmo sendo uma pebleia da mais baixa casta daquela sociedade). Outras, como o fato de Emilia ter se auto intitulado Satella (nome da famigerada Bruxa da Inveja, que ninguém em sã consciência gostaria de ter associado a si), a presença de Elsa e suas motivações para matar todos no armazém e até a forma como Reinherdt chegou ao armazém, se foram explicadas, foi de forma tão mal feita que me pergunto até hoje se o autor não esqueceu em algum momento os verdadeiros motivos por traz daquilo nos manuscritos da web novel.
E isso só aumenta com o passar dos arcos. Ram senta no colo de Roswaal, nobre dono da mansão que tem como objetivo matar o dragão contado em lendas, o por que de um cachorrinho do vilarejo repentinamente ser um majuu que amaldiçoa Subaru consecutivas vezes (e só depois passa a atacar os moradores do vilarejo), e até mesmo o sentido de Subaru desenvolver e manipular uma magia de trevas em alta quantidade e só a utilizar uma vez na vida, todos esses apenas no segundo arco, para exemplificar o meu desgosto com ele, ao excluir o fato de que ele possui um dos piores visuais do anime como um todo com a luta com os cachorros. E isso se extende pelo resto do anime, até chegar a um ponto que são tantos detalhes esquecidos que não posso fazer nada senão ignorar todos e um a um, mas sem perder meu inômodo a cada vez que os presenciava.
(MÁ) CONSTRUÇÃO DO UNIVERSO
Acho que ficou mais que claro com esses sérios problemas narrativos que o autor tem, que o universo de Re:Zero não é dos mais bem construídos. Eu gostaria muito de ficar enumerando os pontos negativos de cada episódio do anime, como fiz enquanto o assistia, mas simplesmente não tenho espaço para falar mal de tantas coisas, então posso resumir um pouco com os piores pontos do anime para mim. E depois do arco dos cachorros no qual temos de alguma forma muito rara o desenvolvimento do passado de determinadas personagens (no caso, Ram e Rem, com foco principal em Rem, num episódio com o seu nome), chegamos a um dos pontos mais baixos do anime para mim, e que recordam-me bem da falta de seriedade e solidez do universo: a reunião no palácio para a seleção real.
Para além da apresentação de novos personagens no mínimo caricatos e superficiais, como as candidatas à seleção, seus soldados e os próprios sacerdotes responsáveis por chefiar a reunião, que não pararam em nenhum momento de ficar criticando uns aos outros e criando confusões (uns mais arrogantemente que o outros), sem falar das apresentações risíveis de cada uma das candidatas, com direito a expliações de seus motivos tais como "por dinheiro, eu queria um reino só meu" e "pelas guerras, eu quero brigar brigar com qualquer um", a reunião foi uma grande bagunça, finalizando-se genialmente com a invasão do Velho Rom (que defesa incrível esse castelo tem), que forçou convenientemente Felt a aceitar a candidatura, e com Subaru pagando papel de palhaço (a única coisa que ele sabe fazer no anime) e arranjando briga com um soldado qualquer, o que terminou até de forma impressionantemente boa com ele levando uma boa bronca da Emilia (que ela primeira vez demonstrou bom senso com nosso protagonista enchedor de saco).
PERSONAGENS RASOS E SUBARU
E ah, como esses personagens são mal apresentados. Para falar sobre isso eu nem preciso viajar para os personagens mais secundários (e igualmente estressantes), mas apenas ficar no grupo de protagonistas. Subaru, como já disse, é um tipo de personagem, que apesar de no início não fazer muita diferença, foi a cada episódio se tornando o tipo de personagem que erra, erra de novo e no fim erra mais uma vez, sem aprender estritamente nada! Ele não evolui, em nenhum ponto da história, e mesmo que em determinados pontos possa dizer que ele agiu mais ou menos como um protagonista, é só ouvir o que ele diz no diálogo final do último episódio da temporada para perceber que ele não mudou nada, e continua o gado de sempre babando a Emilia acima de tudo (por mais que a Emilia ali seja a que mais merece ser babada, e podem tentar me matar por isso). E ai de quem tente dizer que o Subaru foi feito assim com um propósito: Mesmo que a ideia original do autor seja fazer um personagem realmente escória e irritante, não há sentido em criar um personagem assim e não o dar nenhum tipo de evolução. É como criar um personagem que nunca dará um sentido à sua participação na trama, apenas causando mais e mais problemas, além de ser ajudado pelos outros. É mais fácil trocá-lo por alguém um pouco mais útil (e mais conveniente para todos também, na realidade. Nagatsuki, por favor, faça isso).
Quanto aos demais, para eu não passar muito raiva falando sobre o fato de o palhaço sair voando da mansão nos momentos mais interessantes ou o Pack ter que dormir sempre que as lutas apertam, para depois voltar gigante e causar o apocalipse congelado, temos a Ram e a Rem, as irmãs que ganham um destaque, mas perdem muito comigo, em especial a Rem, quem tem mais foco, por ser basicamente a garotinha fofinha que sorri ao lado do protagonista pela maior parte dos episódios e o conforta no colo com sua voz de ASMR (eu te amo, Minase Inori, perdão) por toda imbecialidade que ele faz, mesmo depois de ter o tentado matar apenas pelo fato de ter fugido da mansão para se esconder. Perdão, mas eu prefiro evitar uma garota artifical e falsiane assim, por mais que seu design (e eu o respeito), seja o de uma garota realmente linda.
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| Rem é amada por muitos fãs, em detrimento de Emilia |
Felt e Beatrice, que eu gostaria muito de poder comentar, estão imunes pela falta de episódios nas quais aparecem, e no fim eu só consegui gostar do Felix mesmo, por ser o gatinho mais linda que existe no anime.
LADO CÔMICO MAL FEITO
Por que tantos personagens ruins? Uma explicação, talvez, e na verdade que carrega grande parte dos pontos negativos juntos, é o foco cômico do anime. E aqui vamos direto para as participações do Subaru, que são, do primeiro ao último episódio, como já disse, vergonhosas. E isso é o que se pode dizer de um cara que vai se apresentar fazendo pose e gritando no meio da cidade, além de jogar seu amor nojento na cara de Emilia a cada fala sem a mínima noção de vergonha ou bom senso. O que dizer? Se essa é a visão que o autor tem de um otaku vagabundo japonês, ele pode até acertar em algum caso (deve existir alguém com tão pouca experiência de vida assim), mas é de fato uma afronta à comunidade. Digo, todos os otakus que conheço pessoalmente são bem mais do que posso considerar decentes como pessoa (talvez não tão exageradamente decentes, mas acima do nível Subaru, com toda a certeza). Acho que certos outros animes conseguem descrever um personagem de forma bem melhor que Re:Zero, e pra citar lixos como ser humano, posso citar uma comédia negra como NHK ni Youkoso! (o cara não é otaku, mas tem propensão e características), a comédia Konosuba ou até o mais sério Wotakoi. Enfim, a personalidade de Subaru não faz nem mais sentido para um personagem que já vive ativamente nesse mundo há um tempo significativo, e tem contato com diversas pessoas. Mas posso concluir que ele tem um sério problema de personalidade (quase insanidade) que o leva a ser assim independente dos fatores externos.
Mas saindo da personalidade do Subaru, o ponto da comédia no anime pode ter sido vítima do meu questionamento de: Por que levar o anime tão a sério? Então... a questão não é levar a sério. O problema é que nem quando é cômico ele funciona comigo. E isso não pode ser só questão de senso de humor. Ou alguém aí acha engraçado assistir ao Subaru mandando a Emilia e o Pack fazer pose de alongamento ela manhã? Ou o palhaço pedir para tomar banho com o Subaru na sua banheira? É, tiveram momentos aqui e ali que achei minimamente engraçados, principalmente com algumas personagens femininas, mas em grande parte foi tudo uma grande chatice que eu não sabia se devia estar levando a sério ou achando a melhor piada do mundo.
PAPEL DO TERROR NO ANIME (E TRILHA SONORA E ALGUNS PONTOS POSITIVOS)
Depois de bastante divagar sobre os motivos de eu não curtir tanto esse anime pela vida, eu cheguei a uma conclusão interessate sobre talvez a minha maior decepçaõ com a obra: a temática de terror. Acho que todo mundo que me acompanha por aí já sabe que eu não me dou muito bem com obras anime de terror. Isso por que dificilmente eles me passam uma emoção digna de terror, como assustar ou me deixar angustiado com algo (lembrando que sempre, claro, tem casos de animes que funcionam bem nesse caso, assim como mistério e outros). Mas terror, assim como comédia, não necessariamente tem que assustar ou ser engraçado para ter qualidade. O que importa é como os recursos são utilizados nesse sentido (e por isso que eu não julgo mais comédias por senso de humor, como muitos fazem). E de fato, Re:Zero não tem capacidade de assustar com seus elementos (pelo menos para mim, em momento nenhum). Mas o maior problema é que ele não trabalhou bem os seus elementos nesse sentido, o que me foi muito perceptível logo nos primeiros arcos. Eu tinha uma certa expectativa que o anime, com suspense como um dos gêneros, e as pistas de que o ia explorar (principalmente a trilha sonora, que realmente funciona muito bem em seus determinados casos, apesar de não em todos), fosse ambientar bem esse aspecto. Porém, na primeira parte, isso não foi muito o caso, com a quebra desses momentos com seus monstros ridículos (por que cachorros? Por quê??), e outros momentos anticlimáticos (e olha que eu realmente fiquei na espera após a primeira morte de Subaru na mansão, por exemplo, ou a lenda dos demônios).
No entanto, na segunda parte, percebi que esse aspecto funcionou bem melhor, com a exploração do universo, em especial com os arcos da baleia branca e da seita da bruxa (com a ótima participação de Betelgeuse, que representou bem esse lado do anime). A baleia branca, apesar de ter uma luta realmente muito mal feita, que meio que jogou por terra a minha admiração por sua existência, assim como a finalização de Betelgeuse, tinha elementos realmente aterrorizantes em sua concepção, como o fato de apagar as memória de quem mata, matar silenciosamente suas vítimas, e ter como neblina a paisagem de fundo de suas súbitas aparições. Os episódios iniciais nos quais Subaru e Rem se deparam com Betelgeuse e a seita da bruxa, também, se usaram muito bem desse mistério e suspense (culminando no episódio 16, o meu preferido do anime no geral), com a boa direção, trilha sonora e até mesmo visual trabalhando em conjunto para passar um bom impacto até a morte de Subaru. Por essas e outras, eu prefiro bem mais (acho mais decente) essa segunda parte do anime, com os arcos 3A e 3B. O que, no entanto, não elevou muito a concepção do anime no final das contas, por conta das conclusões rasas de cada arco, e principalmente, o final horrível do anime, anti-climático e com a mesma conversinha enojadora do Subaru ao fim.
CONCLUSÃO
Como conclusão, e como de costume para os vereditos, eu diria que Re:Zero é um anime que, de alguma forma bem estranha.... vale a pena a assistir. Na realidade, apesar de ter um nível bem baixo, principalmente por conta da má estruturação (fruto do material original), e personagens literalmente horríveis, entre outros isekais, ele se destaca, por ter um visual minimamente decente (apesar de ruim, pela White Fox) e trilha sonora de qualida (uma das únicas coisas realmente acima da média para o anime). Por funcionar até que bem em relação a trocentos outros isekais, e ter seus aspectos gerais na média, se tornando, no fim, um anime bem mediano em tudo, eu creio que ele vale a pena para quem releva bastante esses aspectos e curte um isekai (tem gente que gosta até mesmo dos piores, por quê não gostar de Re:Zero?). Bom, mas pra quem curte um anime mais bem costruído, o que não é o caso de Re:Zero (longe disso), como deixei claro no meu texto, Re:Zero sem dúvidas não é uma boa escolha, e tem potencial de o deixar com raiva (MUITA RAIVA MESMO), como deixou a mim, em diversos episódios. A nota que dei para o anime foi 7,2








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